terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Louca Metade



Momentos depressivos. Solidão espontânea que provoco entre a realidade e o que sou. Relâmpagos de falta de amor próprio. Pareço amar está condição. Projeto em outro o que desejo sentir. Crio personagens para um mundo interior. Devaneio mórbido do ser. Um pouco louco? Não, muito. Passa, mas abro feridas que não curo. Expulso o bem. Fico com migalhas permitidas pela lógica da vida. Reta, fatal. Não que permita isso, é impulso a autodestruição. Niilista. Sobrevivo, mas nunca sei a saída... A morte seria doce diante de tanto sofrer. Sou o que não posso ser, mas não consigo viver sem mim.

0 comentários:

Postar um comentário