domingo, 9 de maio de 2010

A selvagem Syrah

Gaia (sua mulher), Salvador Dali.


No meio a uma explosão as cegas, teu sabor tornou-a majestosa na boca cedente de paixão. Teus cabelos escuros fulminam o pretendente com doçura, calor. Que corpo! Madura se apresenta, mas no seu interior é uma pimentinha safada. Outras paradas é sensação, chocolate. Por sua complexidade, a seleção natural transformou-a em desejo. Com seu ar selvagem chegou a viajar na história de cavaleiros. Danada. Controversa no nascimento se entregou ao mundo entre os hippies: paz e amor... Quando tratada por Syrah és tentação, em Shiraz é excitação. Seja como se chame, venha para o continente dos meus desejos. Enxugue o suadouro intenso que persiste em banhar minha taça, coração... Vejam só que homem perfeccionista o mundo assim reparou!

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